quarta-feira, 7 de junho de 2017

Thinking 'Bout You ♥



3 A.M. and my neighbors hate me
Music blasting, shaking these walls
This time Mary Jane won't save me
I've been working later, I've been drinking stronger
I've been smoking deeper but the memories won't stop

I can't stop thinking 'bout you
I can't stop thinking 'bout you
I can't get high, I can't get by, I can't get through
I can't stop thinking 'bout you

Like poison coursing through me
Soaking, my vision is blurred
The haze won't put my mind at ease
I've been sleeping later, I've been breathing stronger
I've been digging deeper but the memories won't stop

I can't stop thinking 'bout you
I can't stop thinking 'bout you
I can't get high, I can't get by, I can't get through
I can't stop thinking 'bout you

I want you all
Say it before you run out of time
I want you all
Say it before it's too late

I want you all
Say what I am feeling now
I want you all
When it is insane

I can't stop thinking 'bout you
I can't stop thinking 'bout you
I can't get high, I can't get by, I can't get through
I can't stop thinking 'bout you

Eu e a paixão pelos bordados

Blusa

Já não mostrava trapos meus por aqui há um tempo. Recebi uns tantos estas semanas mas tenho andado ocupada e sem tempo para mostrar direitinho.
Esta blusa apaixonou-me à primeira vista, cheia de bordados e cores e afins, pirosa como eu gosto e aprecio. A manga faz uma espécie de "balão" na zona do bordado o que ainda dá mais destaque ao bordado. O tecido é impecável não amarrota facilmente, o que para mim é já um ponto de vantagem.
Chegou exactamente como apresentam na foto, as cores, o tecido, os bordados ♥ Amei mesmo!
Vou tentar tirar as fotos às restantes peças. A outra blusa também é girissima mas tem umas tantas coisas que não gostei muito, fica para o próximo post devidamente documentada com fotos. Desculpem lá as fotos não serem de blogger de luxo mas eu de modelo só o sou na minha rua e ainda assim a rua é sem saída 😅 cada um é para o que nasce! 


A quote a day keeps the doctor away #1124


terça-feira, 6 de junho de 2017

A saga de uma preguiçosa assumida #14


Acho que aos 39 anos, finalmente encontrei o que realmente gosto no ginásio, Pilates. Estão a ver a máxima "um mal menor"? É mais ou menos isto, se tenho de fazer alguma que seja Pilates que me estica toda e faz eu saber que ainda existem uns tantos músculos perdidos neste corpo. Não tenho muita dificuldade em fazer os exercícios, claro que no fim já estou a rezar para que a aule termine. Pode parecer que não mas isto de ter resistência, tem alguma arte e o seu grau de dificuldade. 

O meu problema é mesmo a "cena" da coordenação. Eu até tenho a minha auto estima num bom grau, é do tipo: se os outros não gostam, temos pena pois eu também não gostaria de ser como eles.  Mas quando toca no campo da coordenação, eu sou arrasada por qualquer ser que consiga coordenar os membros em sentidos opostos.  Vamos lá ver, por vezes precisamos de coordenar pés com mãos ou ombros com braços e cabeça e sei lá mais o quê... não consigo! Estão a ver uma abelha  a voar depois de beber uma garrafa de Casal Garcia? Deve ser o cenário mais aproximado que consigo imaginar... 

É uma pena, tão nova e não consegue coordenar os membros, é o que penso todas as vezes que tento educar o cérebro para fazer os exercícios correctamente. E consigo, uma parte das vezes, mas o nível de concentração tem de ser tão alto que temo deitar fumo da cabeça.  Muito me irrita isto. Acho que tenho de me aceitar como sou. Desde novinha que coreografias nunca foram o meu forte. Gostava eu de ser como as moças que fazem Zumba que parecem estar a fazer uma "Flash Mob" em cada aula. Nunca fui para uma aula de aeróbica ou Zumba pois o nível de humilhação seria talvez demasiado para mim. Acho que nem o Cifrão me punha a dançar uma coreografia correctamente. Cada um é para o que nasce e isto de dançar e coordenar os membros, não é "pa nóis". 
Quando estiver acima dos meus 60, se calhar já consigo desculpar a coisa com a "cena da idade" mas a esta altura do campeonato acho que tenho de continuar a disfarçar a coisa. Fazer de conta que ouvi mal, ou que o cansaço está assolar os membros. Pode ser que disfarce. 

A quote a day keeps the doctor away #1123


terça-feira, 30 de maio de 2017

Os pais da tecnologia


Há dias estavamos a almoçar, nós os três num restaurante, e na mesa ao lado senta-se um pai com a sua filha. Impecávelmente vestidos, e a criança estava digna de várias fotos. Sentaram-se os dois na mesa. A miúda ficou de costas para mim mas o pai mesmo de frente e no meu campo visual, inevitavelmente eu conseguia ver o senhor e o que estava a fazer durante o almoço. A menina devia ter uns 4/5 anos, não tinha mais, garanto. 
Não sei a história deles, não sei se almoçavam só os dois porque a mãe estaria trabalhar, se o casal estaria separado e o pai levou a criança almoçar. Não faço a minima ideia, mas sei vos dizer que ele passou o almoço todo, e quando digo todo, é no verdadeiro significado da palavra, agarrado ao telemóvel. Umas vezes escrevia, outras somente consultava. A criança, super educada, estava ali em frente a ele a comer entretida o seu pão com manteiga e afins. Se ele trocou 5 palavras com a criança, foi o máximo. 
Sinceramente, achei aquele cenário do mais triste. Um pai que leva a filha para almoçar e no fundo ela passou o almoço sozinha. Ele agarrado ao seu mundo virtual, seja em lazer ou em trabalho foi um cenário que me chocou, sinceramente! 
Eu adoro tecnologias, gosto deste mundo virtual mas quando é para estar com ela, tudo tem de ficar de parte... eles precisam de nós a falar com eles, a brincar com eles e não um pai ou mãe que passa o tempo agarrado ao telemóvel. Entre aquele pai e um manequim de loja ali em frente à miúda, a diferença seria pouca naquela situação. 

Claro que nem todos temos jeito para brincar como crianças mas é importante saber se colocar no mundo deles. Lá em casa eu brinco com os bonecos, com as casinhas, trabalhos manuais. Ele, não tem jeitinho nenhum para isso, mas brinca ao balão, às escondidinhas e às cartas. Ela gosta de Ipad? Adora! Mas precisamos de impor limites. Há muita vida fora de um écran. 
Quando saímos ela leva uma mochila ou carteira com brinquedos e bloco para pintar. Não tem irmãos mas tem mãe e pai que sabem que ela tem de brincar e adora brincar. O tempo é dela. 
Existe tentação de ver como anda o mundo virtual? Claro que sim! Existem emails de trabalho para responder? Claro que sim! Mas o tempo que estamos com eles, tem de ser deles e não de um telemóvel. 
Estamos num mundo em que os pais estão nas suas vidas virtuais, seja lazer ou trabalho, e os filhos crescem agarrados igualmente aos seus ecrans. Jovens que passam horas a jogar jogos com pessoal de todo o mundo mas são incapazes de manter um diálogo fora desse mundo.
Assusta-me este mundo, que se passa atrás de um ecran de um qualquer dispositivo  tecnologico e nos afasta demasiadamente das pessoas. 
Faço o que devia? Nem sempre mas juro que tento melhorar cada dia.