terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Vidas Cruzadas


O mundo é uma ervilha e apesar dos km2 que este pequeno planeta tem, a probabilidade de encontrar alguém que nunca pensamos em nos cruzar é uma realidade bastante provável.
Quantas vezes nos cruzamos na rua com pessoas que fizeram parte do nosso dia a dia no passado e quase não as reconhecemos? Quantas vezes a nossa vida cruza-se com a de pessoas que nem nos conhecem mas que de alguma forma fazem parte da nossa história? E de quantas pessoas das quais sabemos a história de vida sem sequer perguntar nada a ninguém?

Ainda acham que a nossa não é uma novela mexicana? A minha é com toda a certeza uma novela e cheia de episódios.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Camisa fresquinha




Camisa 
Eu gostava de ser como aquelas bloggers ou modelos estrangeiras que andam em pleno Inverno de Stilettos sem meias ou então com uma simples camisa ou t-shirt com um casacão por cima e está andar... não consigo! 
Sou uma friorenta do pior e não consigo andar só com uma blusinha e um casaco quente por cima.  Vamos admitir que não estamos em NY ou nos países nórdicos onde qualquer lugar é aquecido e bem aquecido. Não é! E eu tenho imenso frio. 
Tenho esta blusa guardada desde o Natal no meu roupeiro à espera que eu ganhe coragem para a usar, ainda não consegui... e avaliar pelas temperaturas que a metereologia anuncia para Norte para a próxima semana não me parece que a use tão cedo. 

Depois digam que não sou amiguinha!

Olha que saldos lindos e baratinhos! Blanco, what Else?



A quote a day keeps the doctor away #694



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Just Mad...


Por norma quando as pessoas nos desiludem temos a tendência a ficar deprimidas e tristes. 
Eu não consigo deixar de ficar zangada comigo, apodera-se uma revolta por ter sido tão "burra" e ter acreditado que com esta ou com aquela iria ser diferente.  É como se eu tivesse feito algo de errado, fico zangada de verdade! Só consigo pensar como é que me consegui enganar tanto... 
Pensar como alguém conseguiu fazer com que acreditasse que tudo era uma coisa mas afinal era bem o contrário. Do alto dos meus 36, por vezes tenho a pretensão e a mania que já nada me engana ou ilude. Quem disse que eu não era parva? Claro que sou! E já agora juntei "otária" que é algo que conjuga bem com parva. 
Vantagem, já não perco tempo a ficar triste, revolto-me para conseguir aprender alguma coisa para o futuro. O caminho faz-se a olhar para a frente, com o que ficou para trás, tenta-se aprender algo. Mais nada!