segunda-feira, 18 de junho de 2018

Mundo de vaidades no blog

Eu queria uma saia diferente e barata, assim dito parece estranho mas não me apetecia gastar muito dinheiro antes dos saldos. Vi esta saia no site e apesar de ter algumas dúvidas, o valor dela fez-me escolher de imediato. Se ficasse bem ficou, se não ficasse, tudo bem na mesma.
Ela chegou e o padrão era exactamente o que eu esperava, assim como o corte. A saia não é forrada mas também não e transparente, o que é ideal para o Verão. Já a usei com sandálias de cunha e hoje experimentei com sapatilhas, gostei de ambas as formas, o que comprova a versatilidade da coisa. 
Gosto de saias assimétricas e esta cumpriu na perfeição. A questão da cintura é que pode levantar algumas questões pois simplesmente tem uma elástico incorporado.Para mim não teve qualquer problema mas pode não agradar a todos. Adoro estas compras.





sexta-feira, 15 de junho de 2018

Let Summer Begin!


1 * 2 * 3 * 4 * 5 * 6 * 7 * 8 * 9

Fui desafiada para fazer uma Wishlist  para este Verão, demorei um tempo a fazê-la pois andei mesmo deprimida com o tempo até agora. 
A verdade, é que assim vamos poupar uns trocos com esta questão do tempo quente tardio. 
Quem vai de férias, ponha a mão no ar 🙋

Na Zaful, estão a fazer promoções de 4.º Aniversário e nada melhor que aproveitar para comprar aquelas peças que faltam para Férias.

Podem usar o código de desconto:

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sexta-feira, 8 de junho de 2018

Lembram-se? 😎

Lembram-se deste Bikini
Achei-o tão girinho que tinha de o comprar e pelos 8€ e uns trocos que paguei por ele, tinha mesmo de experimentar 😅 
Vocês sabem que eu sou a louca das compras Online. E não é que chegou e eu adorei? Usar ainda não usei pois não tenho frequentado saunas ultimamente pois deve ser o único sitio quente neste Junho Invernoso... 


A quote a day keeps the doctor away #1293


quarta-feira, 6 de junho de 2018

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Gostava de ser eu a dar a minha opinião...



Com umas férias à mistura, as noticias ficaram um pouco de lado e esta questão da eutanásia, não foi excepção. 
Li de tudo e vi imagens que me fizeram corar de vergonha, pois apercebo-me que esta questão ainda é muito imatura nas mentes de alguns portugueses. 
Cada um com as suas crenças e opiniões mas há frases que são proferidas que mais valiam ficar no aconchego do cérebro de origem.
No fim de contas, e à conclusão que cheguei foi exactamente, o que li neste artigo "Eutanásia: não quero saber da “consciência” dos deputados", escrito por
Alexandra Almeida Ferreira, Consultora no "O Jornal Económico".
Transcrevo aqui: 

"Se o tema é de consciência individual, como ficou demonstrado pela votação no Parlamento, então tem de ser referendado. Se é para ouvir opiniões e consciências, quero ouvir a do coletivo, do país, e não a do Parlamento.

Depois da votação desta semana no Parlamento, uma coisa ficou absolutamente clara: a eutanásia está muito para lá da questão ideológica. Divisões no PSD, um PCP conservador, um PS sem unanimidade, povoado de um eleitorado cristão mas também anti-Igreja. É muito bom saber que, quando se trata de matérias de consciência, não se aplique a disciplina de voto, que seja dada liberdade individual.
O texto de hoje é justamente sobre esse ponto. Não sendo para mim claro que a liberdade do indivíduo se sobreponha de forma discricionária ao valor da vida, pelo menos sem que haja uma profunda e prolongada reflexão sobre o tema, uma coisa ficou absolutamente clara: se o tema é de consciência individual – como ficou demonstrado pela votação no Parlamento – então tem de ser referendado.
Por uma razão muito simples: quando escolhemos o partido em que votamos, um líder, uma lista de deputados à Assembleia da República, não estamos a delegar neles um voto em branco para que votem segundo as suas opiniões individuais.
Quando voto na direita, em linhas gerais, sei que estou a escolher menos Estado, um foco económico muito forte, uma visão económica que parte do princípio que não há crescimento que não passe por começar por melhorar a vida das empresas que, por sua vez, geram emprego e, por essa via, fazem aumentar o consumo privado. Sei que estou a escolher – uma vez mais em linhas gerais – uma visão conservadora do ponto de vista dos hábitos e costumes e que não será com um governo de Direita que serão dados o que considero grandes saltos civilizacionais, como foi a despenalização do aborto, um referendo promovido pelo Partido Socialista.
Se votar à esquerda, sei que estou a escolher uma opção que acredita que o crescimento passa por aumentar os rendimentos dos cidadãos para incrementar a procura e que, historicamente, beneficiei os funcionários públicos e engordei a máquina do Estado. Escolho mais Estado, menos privado. Escolho investimento público para dinamizar a Economia, em detrimento de criar as condições para que seja o privado a gastar. Beneficio a cultura e as indústrias criativas, que tanto fizeram por Lisboa e pelo Porto.
Enfim, este é um retrato possível ainda que redutor. O que definitivamente não escolho quando voto à esquerda ou à direita é delegar num deputado ou partido o poder de usar a sua consciência para votar temas socialmente fraturantes. Se um partido coloca no seu programa de governo – que leva às urnas nas eleições legislativas – a eutanásia, o suicídio assistido, etc., então o conjunto dos deputados não tem direito a votar em consciência. Eu exijo que o seu voto seja previsível, porque é com base nessa previsibilidade que escolho rever-me ou não nessa opção.
Muito honestamente, não quero saber da opinião de António Costa, Rui Rio, Catarina Martins, Mariana Mortágua, Assunção Cristas ou Jerónimo de Sousa sobre a eutanásia. Aliás, são bastante previsíveis e dogmáticas na maioria dos casos. Se é para ouvir opiniões e consciências, quero ouvir a do coletivo, do país, e não a do Parlamento. Tal como aconteceu com a despenalização do aborto, que chumbou para anos mais tarde ser aprovada pela maioria dos portugueses. Em referendo. Como deve acontecer com a eutanásia. E por isso, só por isso, ainda bem que tudo ficou na mesma. Para mudar pela consciência dos portugueses e não pela consciência dos deputados."


A quote a day keeps the doctor away #1290