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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

E hoje nasceu...

Há 3 anos atrás nasceu aquela que viria a ser a minha afilhada, não o sabia naquele momento nem sequer nos seguintes, mas sabia que ela era um pequeno raio de luz que viria iluminar as nossas vidas. 
Acompanhei a gestação a par e passo e rejubilava a cada movimento e crescimento; até no dia do parto enquanto ela se passeava nos corredores das futuras contracções, conseguimos partilhar esse momento.

Existem várias formas de amar e sei que não é preciso ser mãe biológica para que este amor se manifeste dentro nós.
Muito se fala do relógio biológico, do chamamento da maternidade, do nosso prazo de validade... acho mesmo, que o único que para mim faz sentido é este último, não conseguimos contorná-lo, temos um rotulo de validade que vem de origem.
Nunca pensei muito na maternidade, nunca planeei ou defini metas de maternidade na minha vida, talvez por nunca definir metas no tempo para mim. Sempre optei por viver a vida a cada momento, nunca senti ter um relógio biológica, simplesmente tive um momento em que tudo fazia sentido e que desejamos a dois que o nosso amor fosse multiplicado por mais um.
Não há alturas ideais para ter filhos, nem sequer as condições certas, existe sim, um amor que está reservado no peito que ambos queremos que se torne num ser muito amado.
E sim, é preciso ter a noção que ser pai e mãe não é somente engravidar e tê-los, mas é tão gratificante (mas isto dá material para outro post).

Por isso sei que isto de maternidade não é somente para os filhos que são gerados no nosso ventre, são aqueles que nascem do nosso coração. E sim, isto é Amar.

Assim, quero dar (e darei) um beijinho muito apertado à minha afilhada e outra à minha querida amiga que sei ser a mãe mais feliz e babada do mundo. Nada nos foi dado de "mão beijada" mas sabemos que somos muito mas muito abençoadas.

Parabéns Pi!

terça-feira, 30 de março de 2010

Time goes by...

O tempo passa a correr! Verdade, verdadinha!

Vamos crescendo e vamos vendo as etapas que os amigos vão passando, uns emigram outros namoram anos e anos, e por fim começamos a frequentar os casamentos!
Claro que, temos a noção que o tempo passa mas estamos sempre com a imagem de que ele está a passar e nós estamos a ficar mais experientes! Nunca a real noção do envelhecimento em si!

Mas quando os nossos amigos começam a ter filhos, aí o panorama muda de figura! Vemos evolução das gravidezes e em tudo parece normal até que eles nascem e acompanhamos o seu crescimento! É algo de extraordinário!
Nada nos dá tanto a noção de tempo como ver as crianças a crescer! Pensar que as embalamos nos nossos braços e elas eram pequenos feijões! E ver que esse tempo passou e rápido demais!
Uma das coisas que não passam, e que com o tempo se vai mantendo e aumentando, é o amor!
É assim que me sinto de cada vez que olho para a minha afilhada! Não consigo identificar a bebé de há pouco tempo atrás, que eu embalava para adormecer, tentando vencer as malditas cólicas... e que eu sussurrava ao ouvido que um dia íamos juntas às compras!
Está cada vez mais linda! E eu pelos vistos, mais velha!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

E porque...

E porque, um dia destes vou ensinar isto e muito mais à minha afilhada!
E porque, neste momento, só consigo babar e dizer que ela é a mais linda de todas!
E porque, começa a dar os primeiros passos!
E porque ilumina o mundo, somente ao rir com aqueles dentes lindos!
Agora digam-me de vossa justiça, se não é a coisa mais linda, esta BELEZA!

Apresento-vos a minha Afilhada