Há lugares que não são só destinos — são casos de amor. E a minha relação com a Madeira já vai longa… e firme. ❤️
Na semana passada voltei lá. Pela quarta vez. A última tinha sido em 2016 — que na minha cabeça foi tipo “anteontem”, mas afinal já passaram 10 anos (como assim?!). Fui, acima de tudo, com uma missão muito importante: mostrar a ilha à Sabrininhas, que da última vez era tão pequena que não se lembrava de nada.
E pronto. Voltei a apaixonar-me. Outra vez.
A Madeira tem qualquer coisa, difícil de explicar. Não é só a paisagem absurda de bonita, não é só o contraste do verde com o azul, não é só aquele ar de “postal ilustrado” em cada curva. É a sensação de paz misturada com aventura. Num dia estás a olhar o mar lá do alto de uma falésia e no outro estás a subir, a descer, a caminhar, a explorar — e quando dás por ti já fizeste mais quilómetros do que num mês inteiro no continente.
Falando em continente… eu trocava facilmente. Sem hesitar. Se pudesse, ia viver para lá amanhã. Ok, talvez depois de ganhar o Euromilhões, porque os preços de um cantinho por lá andam tão absurdos como por cá. Se estiverem a precisar de uma dondoca para fazer "vista" para ilha, sou candidata. Para o que eu vi, a demanda de mão de obra, não se encaixa nas minha habilitações 🫠
Quem sabe, reformar-me na Madeira.
E depois há a comida. Meus amigos… come-se TÃO bem. Muitas lapas (muitas mesmo, perdi a conta), poncha que aquece a alma e pratos que fazem qualquer dieta tirar férias também. E que temperaturas maravilhosas! Aquele quentinho bom que por aqui só volto a sentir lá para maio — se o tempo colaborar.
Voltei cansada, com muitos quilómetros nas pernas, mas com o coração cheio. A Madeira tem aquele efeito estranho de nos deixar exaustos e energizados ao mesmo tempo. É impossível não nos sentirmos vivos ali.
Sou completamente apaixonada por aquela ilha. E digo isto sem exagero: se nunca foram à Madeira… só vão. Não pensem muito. Não adiem. Vão.
Depois falamos. 😉



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